QUÍMICA: Teoria Cinética dos Gases
- 19 de mar. de 2016
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Um pouco da história da teoria dos gases Após inúmeros estudos realizados, em meados de 1840, estudiosos concluíram que o calor é uma forma de energia e não uma substância, como se imaginava. Entre os pesquisadores em destaque estão James Prescott Joule e Rudolf Clausius que, através de seus estudos, chegaram à conclusão de que o calor está relacionado à energia cinética dos átomos e às moléculas de uma substância. Essa teoria apresentada não era aceita em razão de se tratarem de partículas microscópicas, ou seja, invisíveis a olho nu, o que barrava sua aceitação na comunidade científica. As leis de Newton eram a base dos estudos da teoria cinética dos gases, o que acabou facilitando sua aceitação mais tarde. Ainda hoje é utilizada e considerada importante como modelo de desenvolvimento de teoria física, apesar de suas explicações serem inaceitáveis para a física moderna.
A teoria cinética dos gases são hipóteses que abordam o que é um gás e como ele se comporta.
Hipóteses da teoria dos gases • A formação de um gás se dá por um grande número de moléculas; • As moléculas dos gases possuem dimensão desprezível, o que significa que o volume por elas ocupado é muito pequeno, quase insignificante; • Esses gases se deslocam de forma descontínua e aleatória ocupando, assim, todo o volume do recipiente onde se encontram, tendo movimento retilíneo e uniformemente variado; • São independentes, só interagem entre si quando ocorre colisão; • As colisões existentes entre moléculas e moléculas e entre moléculas e paredes do recipiente são colisões elásticas, que fazem com que a energia cinética das moléculas permaneça constante. Energia interna A energia interna do gás existe quando o gás for constituído por moléculas de apenas um átomo e nesse gás estiver a soma das energias cinéticas dessas moléculas que o constituem, fornecendo assim o valor total da energia desse gás. Podemos então concluir que através da Teoria Cinética dos Gases é possível calcular a energia média total de amostra de gases, dependendo, claro, da estrutura molecular do gás analisado, obtendo assim um resultado, mesmo que restrito.











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